[Games em Foco] A evolução de grandes franquias!

terça-feira, 9 de setembro de 2014 Postado por P.A.

Todos nós estamos em constante evolução. A tendência é sempre tentar melhorar, só que nem sempre é isso que acontece. Às vezes o resultado obtido não é o esperado, mas sempre dá tempo de consertar certas coisas...
Com os jogos não é diferente. Diversas franquias nascem, crescem e algumas vezes morrem no mundo dos games. Algumas estão vivas desde os primórdios...
Vamos conferir como eram os primeiros jogos e como estão os jogos mais recentes das franquias e tentar responder uma questão fundamental: será que o tempo terá feito bem pra esses jogos?


 Super Mario 

Onde começou: Super Mario Bros (NES)
Super Mario começou sua carreira em meio ao Crash de 1984, com Super Mario Bros. E conseguiu a proeza, juntamente com o NES, de salvar toda a indústria de videogames. Missão dada é missão cumprida.
Auge: Super Mario Bros 3 (NES) 
Depois de um jogo um tanto quanto polêmico – arrancar rabanetes do chão em SMB2 foi meio ‘estranho’ – Super Mario voltou com tudo num dos melhores jogos já criados. Mario ganhou diversas 'roupas' e habilidades para superar todos os inimigos espalhados pelas inúmeras fases do jogo.
E agora: Mario permanece como a galinha dos ovos de ouro da Nintendo. Todos os videogames da empresa exploram a exaustão a imagem do encanador bigodudo e sua turma. Além dos clássicos jogos de plataforma, Mario também joga golf, tênis, anda de kart, tem aventuras em RPG e qualquer outra coisa que você possa imaginar. E ele parece ter fôlego por muitos anos a fio...


Sonic
Onde começou: Sonic The Hedgehog (Mega Drive)
Vendo seu mascote (Alex Kidd) falhar miseravelmente diante do concorrente; a Sega não ficou parada e logo lançou alguém pra competir à altura. Logo de cara, Sonic já mostrou ser um rival do nível do Super Mario.
Auge: Sonic The Hedgehog 2 (Mega Drive)
Apesar de gostar mais do Sonic 3/Knuckles, foi em Sonic The Hedgehog 2 que o ouriço conseguiu levar a Sega e o Mega Drive à vitória – mesmo que parcial – contra o concorrente. O jogo seguinte adicionou algumas coisas bacanas e manteve a qualidade vista até então.
E agora: infelizmente Sonic vem capengando à tempos. Muito culpa também dos seguidos fracassos dos consoles da Sega num passado não muito distante; o ouriço acabou recebendo diversos jogos pras plataformas rivais e com qualidade duvidosa. Vive numa eterna montanha-russa; ora com jogos bons ora com grandes porcarias. Nunca se sabe o que esperar do próximo jogo do Sonic.


Donkey Kong
Onde começou: Donkey Kong (Arcade)
Logo no início da febre dos jogos eletrônicos, surgia um jogo simples com o que viriam a ser dois grandes ícones dos jogos. Donkey Kong só possuía três níveis que ficavam se repetindo eternamente; mas isso não o impediu de ser divertido e viciante. Claro, numa época onde não havia tantas opções.
Auge: Donkey Kong Country 2 - Dixie’s Double Trouble (SNES)
Quando a Rare decidiu ressuscitar um personagem antigo pra um jogo que lançaria no Super Nintendo, ninguém poderia esperar tamanha qualidade. O primeiro jogo foi muito bom e me traz um ar muito nostálgico, mas foi no segundo jogo – com a melhor dupla de kongs – que a série se superou.
E agora: depois do sucesso da trilogia lançada para o SNES, a série se perdeu, com vários jogos bem abaixo da média. Recentemente DKC Returns (Wii) e DKC: Tropical Freeze (Wii U) conseguiram recuperar um pouco do prestígio que a série tinha. Agora resta torcer pra que a série mantenha o ritmo e volte a repetir o sucesso do passado.


Crash Bandicoot 
Onde começou: Crash Bandicoot (PSX)
Quando a Sony resolveu criar seu próprio videogame, ela logo percebeu q precisaria de um mascote pra competir com os carismáticos Mario e Sonic. Crash Bandicoot veio preencher essa lacuna (mesmo que por pouco tempo) e conseguiu fazer muito sucesso, pois além de cômico, seus jogos eram muito divertidos.
Auge: Crash Bandicoot 3: Warped (PSX)
O personagem foi bem explorado no PSX, ganhando até um jogo de karts – considerado por muitos superior até à Mario Kart – mas foi com o terceiro jogo que ele alcançou seu ápice.
E agora: o reinado de Crash só durou na era do Playstation One – quando a desenvolvedora ainda era a Naughty Dog. Depois disso, o que se viu, foram diversos jogos ruins. Uma pena um personagem tão bacana e que tinha muito potencial, se perder dessa forma; tão mal explorado.


Tomb Raider 
Onde começou: Tomb Raider (PC)
Numa época onde só existiam heróis machos, surgia Lara Croft, considerada como a musa dos games até hoje e uma das primeiras heroínas do mundo dos games – ao lado de Samus.
Auge: Tomb Raider Legend (PC/PS2/Xbox)
Apesar de muita gente preferir os dois primeiros jogos da série (e de fato, são muito bons e trazem um sentimento de nostalgia incrível); pra mim o ápice da série veio com Legend, onde Lara ganhou mais movimentos e acrobacias incríveis e ficou mais ágil. Além de gráficos muito bonitos, inclusive da própria personagem, que ficou ainda mais sexy.
E agora: a série sempre manteve uma qualidade boa – exceto em Angel of the Darkness, a ovelha negra da série. E pelo visto a qualidade se mantém, pois o último Tomb Raider mostrando as origens da heroína é incrível e só amplia ainda mais a longevidade da musa dos games.


Resident Evil 
Onde começou: Resident Evil (PSX)
O Playstation teve a honra de “inaugurar” inúmeras séries que se tornariam grandiosas nos anos seguintes. Resident Evil é uma delas... Apesar de não ser o “pai” dos survivor horrors, foi Resident Evil quem popularizou o gênero.
Auge: Resident Evil 3 (PSX/Saturn)
Mesmo o RE2 sendo muito bom e ter a preferência de muitos fãs; o ápice da série foi com o terceiro jogo. Racoon City estava muito mais bem detalhada do que no segundo jogo e seria nesse jogo que os jogadores sentiriam medo de verdade, fugindo de um dos inimigos mais assustadores da série: Nemesis.
E agora: a série foi bem até o Resident Evil 4 – que mesmo sendo muito bom, recebeu diversas críticas por dar mostras de um perfil diferente do que os fãs estavam acostumados. O terror e os sustos foram ficando cada vez mais escassos e a série agora é mais voltada pra ação. Resident Evil 6 foi um verdadeiro desastre, pra não dizer outra coisa.

Silent Hill 
Onde começou: Silent Hill (PSX)
A Konami resolveu entrar no mundo dos jogos de terror, mas diferente de Resident Evil, SH era mais focado no terror psicológico onde você mais fugia do que enfrentava os inimigos. E assim nasceu um dos jogos mais assustadores - e bizarros - de todos os tempos.
Auge: Silent Hill 2 (PC/PS2)
Apesar de gostar bastante do primeiro jogo, foi no segundo que SH conquistou mais fãs se tornando ainda mais horripilante e com uma história muito mais pesada e abordando temas mais fortes. E apresentou um dos personagens mais assustadores dos games: Pyramid Head!
E agora: a série era produzida por uma equipe intitulada “Team Silent”, composta por diversos membros que haviam fracassado em seus projetos anteriores. A equipe se desmanchou depois do quarto título da série, e curiosamente depois disso, os jogos não tiveram boas críticas. Os jogos recentes deixaram de ter aquele ar sombrio e o terror psicológico, dando mais ação e combates ao jogo. Mesmo mal sofrido pelo seu concorrente, Resident Evil. Porém um teaser jogável do novo game já está disponível, e ao que tudo indica, Silent Hill voltará mais assustador do que nunca... Estamos na torcida!

The Legend of Zelda 
Onde começou: The Legend of Zelda (NES)
The Legend of Zelda despontou no Nintendinho como um jogo revolucionário. Além de te dar a liberdade de explorar o grandioso mundo de Hyrule, ainda possui um sistema de saves integrado no próprio cartucho, coisa revolucionária pra época.
Auge: The Legend of Zelda - Ocarina of Time (N64)
Apesar de gostar demais do “A Link to the Past”, é inegável que o ápice da série foi no Nintendo 64 com o grandioso “Ocarina of Time”. Um jogo épico que transcende gerações e está entre os melhores jogos de todos os tempos.
E agora: a série sempre foi um grande sucesso – exceto o segundo jogo. Sempre marcando presença nos videogames da Nintendo, seja nos portáteis ou nos consoles de mesa; Link sempre traz consigo aventuras épicas e jogos marcantes. Junto com Mario, Link é presença garantida nos videogames da Nintendo.

Final Fantasy 
Onde começou: Final Fantasy (NES)
A Square passava por momentos difíceis financeiramente, e Final Fantasy surgiu como sendo a última esperança da empresa de se reerguer. Até por isso a série recebeu esse nome... Por sorte (e também competência) essa não foi a fantasia final, pelo contrário, foi a primeira de muitas fantasias que viriam. São tantas que até perdemos as contas.
Auge: Final Fantasy VII (PSX)
Depois de bons jogos nos consoles da Nintendo, a série alcançou seu ápice com o FF VII no console da Sony. O jogo é considerado o melhor Final Fantasy e um dos melhores jogos de todos os tempos... Esse foi o primeiro Final Fantasy em 3D.
E agora: a série sempre manteve uma boa qualidade, mas recentemente caiu um pouco no conceito e recebeu algumas críticas negativas devido a linearidade dos jogos mais recentes. Mas não restam dúvidas que essa fantasia esta bem longe de ter um final.


Pokémon 
Onde começou: Pokémon Green/Red/Blue (Game Boy)
A febre Pokémon surgiu como salvação do portátil da Nintendo. Onze de cada dez moleques queriam ou tinham um tijolinho só pra jogar algum jogo dos monstrinhos de bolso.
Auge: Pokémon Yellow (Gambe Boy)
O auge veio rapidamente, com Pokémon Yellow, o jogo que seguia fielmente o anime. Melhores gráficos nos sprites dos pokémons e a história fiel com o anime fizeram deste, um dos melhores jogos da série e também o carro-chefe do portátil. Foi aqui que a Nintendo teve a certeza que a fórmula daria bons frutos!
E agora: confesso que parei de acompanhar a série no Silver/Gold/Crystal. Cheguei a terminar o Ruby, mas não foi a mesma coisa. Sim, eu sou um daqueles rabugentos que não simpatizam com os novos pokémons e que acha que a série virou um dos maiores caça-níqueis de todos os tempos. Mas é inegável que a série ainda faz muito sucesso entre a garotada e rende bilhões, e pelo jeito, vai continuar rendendo por muito tempo.


Age of Empires 
Onde começou: Age of Empires (PC)
Age of Empires é um dos melhores jogos de estratégia em tempo real de todos os tempos. Aprender sobre a história das diversas civilizações nunca foi tão divertido. Pena que a série não tenha tantos jogos.
Auge: Age of Empires II (PC)
Foi com AoE II que a Microsoft alcançou o auge da série. O segundo jogo manteve tudo que o primeiro tinha de bom, e melhorou o que poderia ser melhorado. É sem sombra de dúvidas um dos melhores jogos do gênero.
E agora: mesmo não sendo uma série muito grande (são apenas três jogos e algumas expansões); o terceiro jogo não foi tão divertido quanto o segundo. Nitidamente as animações e os gráficos estão fantásticos, mas há algumas falhas nas diferenças de status entre as unidades e na questão da restauração de vida; pontos extremamente desagradáveis que tornam a jogatina bem entediante. Surgiram alguns boatos que um quarto jogo da série pode pintar por aí... Aguardo ansiosamente por isso.

Grand Theft Auto
Onde começou: Grand Theft Auto (PC)
Polêmica desde os primórdios, a série começou simples e discreta nos computadores. Apesar de não ser muito conhecido e nem ter feito muito sucesso, o primeiro jogo da série já era mais polêmico que mamilos muitos jogos; afinal, no jogo você tinha que ser o maior ladrão de carros da cidade.
Auge: Grand Theft Auto III (PC/PS2/Xbox)
Eu sei que muita gente vai dizer que o auge veio com Vice City ou San Andreas (os dois jogos mais queridos da franquia); mas eu tenho que discordar. O auge da série foi com o terceiro jogo. Basta comparar os dois primeiros jogos com o terceiro e ver o notável upgrade que a série recebeu; deixando de ser aquele jogo com visão panorâmica do alto e com gráficos simples, para se tornar um “molde” para os jogos seguintes.
E agora: seguindo o padrão adotado no terceiro jogo e melhorando sempre – e cada vez mais polêmica – a série é hoje uma das grandes franquias da atualidade. GTA V já vendeu horrores e é tido por muitos como o melhor jogo dessa geração; particularmente, acho exagero. Apesar de ser um jogaço, de fato.


Mortal Kombat 
Onde começou: Mortal Kombat (Arcade)
Mortal Kombat surgiu nos fliperamas como um jogo de luta revolucionário e violento, com imagens digitalizadas de atores, muito sangue e diversas maneiras brutais de eliminar seus adversários. O sucesso foi tão grande, que o jogo logo seria convertido pros consoles da época.
Auge: Mortal Kombat 2 (Arcade/SNES/Mega Drive)
Depois do sucesso do primeiro jogo, todos aguardavam ansiosos por uma continuação. E ela foi melhor do que todos poderiam imaginar. MKII trouxe mais lutadores, mais cenários, novos golpes e finalizações e muito mais sangue e brutalidade em suas lutas!
E agora: a série passou por maus bocados nos últimos anos e até cogitou-se seu encerramento. Mas o último Mortal Kombat – intitulado MK 9 – superou todas as desconfianças e deixou o passado sombrio pra trás, podendo ser considerado como um dos melhores jogos da série. O sucesso foi tamanho que já foi confirmado um novo Mortal Kombat pros consoles atuais.


Street Fighter 
Onde começou: Street Fighter (Arcade)
O primeiro jogo da série era bem fraquinho, com uma jogabilidade travada e física bem ruim. Além de só possuir dois personagens jogáveis (Ryu e Ken). É até estranho pensar que a Capcom quis lançar uma continuação pra um jogo ruim como esse. E por Zeus, foi uma atitude acertada.
Auge: Street Fighter II Turbo Hyper Fighting (Arcade/SNES/Mega Drive)
A série mudou da água pro vinho entre o primeiro e o segundo jogo, e daí em diante virou a principal concorrente de Mortal Kombat. SF II Turbo era a atualização final do segundo jogo; com todos os personagens disponíveis pra se escolher, novas cores de uniformes e novos golpes.
E agora: SF sempre manteve uma boa qualidade em seus jogos – e inúmeras atualizações lançadas pela Capcom. E a série se reinventou com o recente Street Fighter IV, que trouxe gráficos e jogabilidade que agradavam fãs de longa data e também fãs mais novos. A série parece ter muito fôlego pra mais jogos e muitas atualizações, como só a Capcom sabe fazer.

Tekken 
Onde começou: Tekken (Arcade/PSX)
Tekken foi um dos primeiros jogos de luta em 3D! Uma das características principais da série que o diferenciava dos concorrentes, é o fato de não possuir botões para golpes fortes ou fracos (soco forte, soco fraco, chute forte e chute fraco). Cada botão corresponde a um membro do lutador o que acaba criando uma gama muito diversificada de movimentos.
Auge: Tekken 5 (Arcade/Playstation 2)
Depois de um jogo um pouco criticado, a Namco trouxe Tekken 5 ao mundo para agradar à gregos e troianos. Com combates mais bem elaborados e uma variedade de lutadores - alguns novos e outros já bem conhecidos - o jogo é um dos melhores do PS2, com belíssimos gráficos.
E agora: a série nunca foi a favorita entre os jogadores. É apenas uma série regular/boa. Aquela opção pra dar uma variada quando você se cansar de Mortal Kombat ou Street Fighter... Inconstante; alterna entre bons títulos e outros mais enfadonhos que só agradam quem realmente é fã da série. 


Call of Duty 
Onde começou: Call of Duty (PC)
CoD começou modesto nos computadores, como um jogo comum sobre a segunda Guerra, tentando competir com um concorrente muito mais forte – Medal of Honor. No começo foi difícil, mas os anos que viriam seriam generosos com a série.
Auge: Call of Duty 4 – Modern Warfare (PC/PS3/Xbox 360)
Se existiu um acerto na indústria dos videogames, esse acerto sem dúvidas foi deixar de lado a segunda guerra (tema saturado) para abordar guerras modernas. Modern Warfare fez com que Call of Duty superasse seu concorrente com sobras e ainda rende temas pra jogos futuros.
E agora: o recente CoD: Ghosts nem de longe justifica a popularidade de um dos personagens mais queridos da franquia (o sargento Simon ‘Ghost’ Rilley). Mas Call of Duty tem muita lenha pra queimar, sempre alternando com temas históricos e temas modernos. Só precisa tomar cuidado, pois quantidade não é sinônimo de qualidade.

Medal of Honor 
Onde começou: Medal of Honor (PSX)
A série começou sua jornada no Playstation, inspirada num filme de grande sucesso da época (O Resgate do Soldado Ryan). Muito bem feito pros padrões da época, e com um tema que ainda não estava saturado: a segunda guerra mundial.
Auge: Medal of Honor: European Assault (PS2/Xbox/Game Cube)
Depois de um início muito bom e alguns jogos mais capengas; MoH inovou alguns aspectos em European Assault. Agora as fases são mais abertas e você pode explorá-las, deixando um pouco de lado a linearidade da série. Com isso alguns objetivos secundários são adicionados as missões; mas eles não são obrigatórios! Você segue junto com seu time (3 soldados) e pode dar ordens à eles, assim como em "Brother in Arms", só que menos eficaz. O jogo ainda traz um modo de bullet time pra facilitar um pouco sua vida!
E agora: a série que antes reinava absoluta, recentemente viu seu reinado ruir e perdeu o trono pro principal concorrente.Os jogos recentes mudaram pro tema mais moderno (assim como Call of Duty) na tentativa de voltar ao topo. Mas o resultado não foi tão satisfatório e os jogos são no máximo, regulares/bons. Mas por tudo que a série representa, ela ainda pode render bons jogos no futuro.


Metal Gear 
Onde começou: Metal Gear (MSX/NES)
A série iniciou sua vida num jogo bem simples lançado para o MSX e logo convertido para NES e outras plataformas. Era um dos primeiros jogos stealth, onde você deveria priorizar o fator espionagem ao invés de sair matando todo mundo.
Auge: Metal Gear Solid (PSX)
Depois de longos anos na geladeira, Metal Gear retornou ao mundo dos games com aquele que seria um dos grandes clássicos do PSX e que daria o devido sucesso a série! Depois de Metal Gear Solid, a série marcou presença em todas as gerações de videogames.
E agora: a série cresceu bem ao longo dos anos, mas perdeu um pouco de prestígio com o contestado Metal Gear Rising, que não é um jogo ruim, mas que foge um pouco da premissa da série. Recentemente, Ground Zeroes foi lançado, mas ele é como uma 'demo de luxo' para o próximo jogo intitulado Phantom Pain. O que chamam de marketing, mais parece uma jogada para ganhar mais dinheiro dos fãs com um jogo muito bonito, mas que pouco acrescenta.
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